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25.5.05

garoa
 

perdi a conta das chuvas
as matinais desafiando o sol
as vespertinas de enxurradas
e as noturnas em ventos sibilantes
mas gosto mesmo é das garoas
especialmente durante a primavera
por ver cairem gotas entre pétalas
a exalar um nectar
que febrilmente aspiro
também gosto das chuvas tropicais
em madrugadas de verão
fazendo recender da terra aroma impactante
lavas d'água levam a mente a tempos imemoriais
e me despejam lágrimas senis
vivi molhado o quanto quis
mas ando árido caçando nas vazantes
sequioso por novos temporais

verbo rasgado por tarciso


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24.5.05

luz no horizonte
 
estou num único lugar
que se chama hoje
me falta o tempo
e as horas se arrastam
procuro oásis no deserto
e estou perto de encontrar
já sinto o odor da relva
e a leveza da brisa adocicada
o passado é só um vácuo de momentos
dissipados até agora
busco o brilho do futuro
quase alcanço o limiar
de um dia inesperado
que vive a me esperar
porto certo de chegada
novo ponto de partida
rumo ao abraço divino
meu eterno navegar

verbo rasgado por tarciso


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23.5.05

segunda natureza
 
sou otimista
porque vejo a ordem da natureza
e a sucessão dos dias
sou otimista
apesar dos homens
e a corrupção que grassa
porque a maioria escondida é honesta
embora destaquem-se os pontos da escuridão
sou otimista
porque creio em Deus
e não preciso nem devo ter medo
sei que o bem triunfará
sou otimista sem volta
mesmo diante do pessimismo coletivo
pois o sol continua a iluminar
acima das nuvens carregadas
e a escuridão efêmera
conheço a luz permanente
de brilhos a irradiar
sou otimista
porque tudo tem solução
até o problema mais difícil
é fugir do conformismo
não desistir e lutar

verbo rasgado por tarciso


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20.5.05

pulsação
 
pulsando de ansiedade
segue a vida misteriosa
não me lembro nada antes
não sei o que vem depois
já quedei silencioso
perdido na imensidão
fui refém do pensamento
mil idéias pouca ação
eu quisera traduzir-me
mas confundi a versão
caminhei por muitas leguas
sem mover os pés do chão
é meu fado
é meu tormento
cimento da abstração

verbo rasgado por tarciso


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19.5.05

luz e sombras
 
assisto aos escombros
nas rotas da madrugada
fugindo furtivo de tua luz solar
faltam-me coisas simples
um ramalhete de flores
uma jóia que te enfeite
um beijo reservado
o jogo de cintura
nas horas de incerteza
replicadas e vencidas
chegadas e partidas
por sobreviver

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18.5.05

além de meia centena
 
voaram os ponteiros
a vida mais parece um sonho
embora tenha cores de delírio
rolo na cama em meio a pensamentos
avanço entre decrépito e inóspito
feito paquiderme depois do cio
o que fazer com tanto que nos sobra
o que fazer sem tudo que nos falta?!
telúrico porém insípido
presunçoso e diáfano
assomo em cada manhã
após a escuridão do sono
e vejo micropartículas
dançando aos raios de sol
sob a cortina da janela
os olhos marejam à remela
que a água límpida remove
descalço iço-me de novo
e me renovo em 24 horas
nos tímpanos "feliz aniversário"!

verbo rasgado por tarciso


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17.5.05

vazão
 
vazo e transbordo o vaso
espraio águas ao redor
sem nunca me molhar
árido
aprecio a fluidez
dos líquidos espessos
travesso
só no meu pensar
os passos vão medidos
mesuras escondidas
nem tento decifrar

verbo rasgado por tarciso


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13.5.05

tiquetaques
 
na pulsão do tempo
se movem os ponteiros
acelerando minha letargia
num jogo febril e ambivalente
escolho célere os minutos e sigo lentamente
na imensidão das horas vazias
bailando preguiçoso
ao som de tiquetaques incessantes

verbo rasgado por tarciso


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8.5.05

lambendo a linha do silêncio
 
quase se escuta meu silêncio
após o exagero das palavras
preciso dele em meu caminho
que fique instalado por um tempo
depois retomo o burburinho
e ousarei inéditas versões
ou falarei das mesmas coisas
em novos formatos
não saberia renovar as locuções
são imutáveis minhas referências
me mudo a toda hora e volto ao mesmo
no íntimo sou místico-profético
anfíbio entre ingênuo e raposa
transmuto em borboleta a mariposa
assumo ser patético também
mas por que seria diferente?
se gosto mesmo é quando sou assim?!...

verbo rasgado por tarciso