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online












30.3.05

pausa
 
há um tempo
para curtir o chão
o céu e o mar
tempo de parar
e pensar nas estações
a vida segue o rumo
e não se perde o prumo
se nos permitimos descansar

Praia de Tambaú - João Pessoa/PB

verbo rasgado por tarciso


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23.3.05

olhar indignado
 
o semblante plácido se desfaz durante a vida
e as rugas é que ocupam o seu lugar
crispadas expressões, olhares fugidios
chega um tempo em que não mentimos
porque a vida tornou-se uma mentira
onde se esconde a humanidade?!
nos rostos sardentos das crianças
cheirando cola nas sarjetas
e o seu assalto suplicante de gorjetas
como afagar estes cabelos encaracolados
sobre os olhos fuzilantes de um menino?!
praticam-se abortos clandestinos
fetos são jogados nas latrinas
não sobreviveremos impunes nessa confusão
há, tenho que acreditar, um projeto melhorado
o resgate da dignidade comprometida
mas não se nota isso nos palácios
onde se trocam a todo instante vil favores
mandando-se às favas o povo e seus humores
até quando se manterá pacato esse rebanho
a qualquer tempo ainda irá se indignar
e arremeter com iras e furores
contra os posseiros nas benesses do poder
inflando as burras desse ouro infeliz
firmando suas bundas nos castelos
sugando as tetas produtivas do país

verbo rasgado por tarciso


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22.3.05

delirância
 
alma febril em corpo frio
ao lado o vácuo do vazio
de um impossível completar
as comportas jazem arriadas
em borbotões de águas movediças
insinuantes solapando as defesas
minando em perdas e danos inevitáveis
aspiro e busco sentimentos palatáveis
no rarefeito ambiente das memórias
ao balanço dos anos dilapidadas
coaxo olhando fotos do passado
revejo um príncipe encantado
o beijo desejado e o despertar
difícil distinguir real e fantasia
fulguram mil imagens delirantes
a mente se deforma entorpecida
quisera ter mil vidas
ou a escolha singular de cada dia
a reviver, a esquecer, a simular

verbo rasgado por tarciso


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15.3.05

nocaute
 
blecaute da mente
sobrevem o apagão
sob os lençóis da noite
viagens desprovidas de razão
de onde vim
quem sou
pra onde vou
meu sibilar noturno
irrompe no silêncio
assim desde o crepúsculo
da flacidez dos músculos
à rigidez de morte
semi-acordar sem norte
meu sul desarvorado
vigio assombrado
a força destes medos
soturnas melodias
horrores e segredos
em noturnas agonias
sonhando despertar

verbo rasgado por tarciso


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9.3.05

digitais
 
digitalizo o teu vulcão suave
retendo as lavas e erupções
tensão contínua do prazer
inimaginável sem a tua companhia
candidamente sucumbida à posse
nenhum sarcasmo nas fusões
e as múltiplas rimas do nosso deleite
pois me compreendes
feito alma gêmea em transfusão

sussura ao vento a flor
em lânguidos suspiros
despetala indolente
exalando o néctar de seus perfumes
estremece quase inconsciente
transbordam nossas taças
em lúbricos venenos
espasmos indecifráveis
e morte súbita dos gozos
ao branco dos lençóis jazemos
no indolente pós prazer e o sono

verbo rasgado por tarciso


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7.3.05

libertas quæ sera tamen
 
A vida é una mas seus pontos de fuga são múltiplos. O mundo virtual é um deles. Acessar o outlook a cada meia hora ou o blog e seus comentários tornou-se uma compulsão inaceitável. Verificar o contador de acessos e a variação do humor de acordo com os seus números é puro estresse... Tornou-se para mim uma compulsão como qualquer outra gerando a dependência inevitável e um círculo vicioso desgastante. É boa a internet e os seus recursos?! Nenhuma dúvida quanto a isso. O problema é a dose em seu tamanho e intensidade.
O mundo virtual não pode se tornar a essência do viver porque é e será sempre um acessório. Por importante que seja, ainda assim um mero acessório que deve facilitar a vida e não complicá-la...
Pretendo dar o meu grito de liberdade e colocar a internet, o e-mail, o blog e tudo o mais que seja parte desse universo virtual em seu devido lugar... um acessório importante. Mas, um acessório! Se vou postar ou verificar os e-mails ou acessar sites vai depender da necessidade e da conveniência, não vou deixar que uma dependência compulsiva dirija os meus atos. Acho que me auto expliquei e... eu precisava disso como preciso olhar-me no espelho a cada manhã...

verbo rasgado por tarciso